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terça-feira, 31 de agosto de 2010

Acústico Muito Massa- Por Mathew







 
@mathewparente



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Como Perder Um Amigo Via Twitter - Por Beto Silva

Cruzei com o amigo na rua. O cara fingiu que não me viu ,

passou direto sem me cumprimentar. Corri atrás dele.

- Ei, o que houve? Tu não me reconhece mais?

- Eu não falo mais contigo. Você me deu unfollow no twitter.

- Que isso , meu irmão? Só por isso? Desculpa, eu dou follow de novo e tudo bem.

- Não, não é assim que funciona. Você me deu unfollow, isso é muito grave!

- Peraí isso não tem a menor importância… Quer saber ? Eu em lembrava que tinha parado de te seguir…

- Mas eu lembro! E eu achei isso uma afronta! Eu só sou seu amigo fora da rede, na rede tu me acha um merda!

- Imagina… não tem nada a ver… Tá, eu admito eu dei unfollow…

- Arrá, confessa, então!

- Foi mal! Você tava sacaneando demais o meu time, eu fiquei puto, dei unfollow, mas é temporário.

- Não! Eu sou seu amigo! Unfollow em amigo, nem temporário! Por que você não me mandou tomar no cú ?

- Porque eu não queria partir pra ignorância … Calma, cara, é só uma rede social, eu continuo seu amigo no facebook, por exemplo.

- Mas eu não! Não te sigo mais no twitter nem sou mais seu amigo no facebook!

- Peraí, dar unfollow no twitter tudo bem, mas deixar de ser amigo no facebook é sacanagem! Isso é sério!

- Ué, você não disse que era só uma rede social?

- Peraí, o Facebook é diferente!

- É a mesma merda! Tu não me segue mais no twitter e eu não sou mais seu amigo no Facebook!

- Calma, vamos conversar… eu volto a te seguir e tu volta a ser meu amigo no Facebook, beleza?

- Nem adianta tentar me seguir de novo, que eu te dei um block!

- Block! Isso é declaração de guerra!

- Ah .eu fiquei muito puto da vida com esse unfollow… putaço!

Pra mim foi como se você cruzasse na rua e fingisse que não me viu só pra não me cumprimentar.

- Porra, foi justamente o que você fez comigo agora!

- Mas fiz porque você me deu unfollow!

- Ah, vai tomar no cu!

- Calma, também não precisa partir pra ignorância!


Fonte:http://tvglobo.casseta.globo.com/beto-silva/2010/08/24/etiqueta-2-0/
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segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Na Floresta Do Alheiamento - Fernando Pessoa


Sei que despertei e que ainda durmo. O meu corpo antigo, moído de eu viver diz-me que é muito cedo ainda... Sinto-me febril de longe. Peso-me, não sei porquê...


Num torpor lúcido, pesadamente incorpóreo, estagno, entre o sono e a vigília, num sonho que é uma sombra de sonhar. Minha atenção bóia entre dois mundos e vê cegamente a profundeza de um mar e a profundeza de um céu; e estas profundezas interpenetram-se, misturam-se, e eu não sei onde estou nem o que sonho.

Um vento de sombras sopra cinzas de propósitos mortos sobre o que eu sou de desperto. Cai de um firmamento desconhecido um orvalho morno de tédio. Uma grande angústia inerte manuseia-me a alma por dentro e, incerta, altera-me, como a brisa aos perfis das copas.

Na alcova mórbida e morna a antemanhã de lá fora é apenas um hálito de penumbra. Sou todo confusão quieta... Para que há-de um dia raiar?... Custa-me o saber que ele raiará, como se fosse um esforço meu que houvesse de o fazer aparecer.

Com uma lentidão confusa acalmo. Entorpeço-me. Bóio no ar, entre velar e dormir, e uma outra espécie de realidade surge, e eu em meio dela, não sei de que onde que não é este...

Surge mas não apaga esta, esta da alcova tépida, essa de uma floresta estranha. Coexistem na minha atenção algemada as duas realidades, como dois fumos que se misturam.

Que nítida de outra e de ela essa trémula paisagem transparente! ...

E quem é esta mulher que comigo veste de observada essa floresta alheia? Para que é que tenho um momento de mo perguntar?... Eu nem sei querê-lo saber...

A alcova vaga é um vidro escuro através do qual, consciente dele, vejo essa paisagem..., e a essa paisagem conheço-a há muito, e há muito que com essa mulher que desconheço erro, outra realidade, através da irrealidade dela. Sinto em mim séculos de conhecer aquelas árvores e aquelas flores e aquelas vias em desvios e aquele ser meu que ali vagueia, antigo e ostensivo ao meu olhar que o saber que estou nesta alcova veste de penumbras de ver...

De vez em quando pela floresta onde de longe me vejo e sinto um vento lento varre um fumo, e esse fumo é a visão nítida e escura da alcova em que sou actual, destes vagos móveis e reposteiros e do seu torpor de nocturna. Depois esse vento passa e torna a ser toda só ela a paisagem daquele outro mundo...

Outras vezes este quarto estreito é apenas uma cinza de bruma no horizonte dessa terra diversa... E há momentos em que o chão que ali pisamos é esta alcova visível...

Sonho e perco-me, duplo de ser eu e essa mulher... Um grande cansaço é um fogo negro que me consome... Uma grande ânsia passiva é a vida falsa que me estreita...

Ó felicidade baça!... O eterno estar no bifurcar dos caminhos!... Eu sonho e por detrás da minha atenção sonha comigo alguém. E talvez eu não seja senão um sonho desse Alguém que não existe...
Lá fora a antemanhã tão longínqua! A floresta tão aqui ante outros olhos meus!

E eu, que longe dessa paisagem quase a esqueço, é ao tê-la que tenho saudades dela, é ao percorrê-la que a choro e a ela aspiro.

As árvores! As flores! O esconder-se copado dos caminhos!...

Passeávamos às vezes, braço dado, sob os cedros e as olaias e nenhum de nós pensava em viver. A nossa carne era-nos um perfume vago e a nossa vida um eco de som de fonte. Dávamo-nos as mãos e os nossos olhares perguntavam-se o que seria o ser sensual e o querer realizar em carne a ilusão do amor...

No nosso jardim havia flores de todas as belezas... - rosas de contornos enrolados, lírios de um branco amarelecendo-se, papoilas que seriam ocultas se o seu rubro lhes não espreitasse presença, violetas pouco na margem tufada dos canteiros, miosótis mínimos, camélias estéreis de perfume... E, pasmados por cima de ervas altas, olhos, os girassóis isolados fitavam-nos grandemente.

Nós roçávamos a alma toda vista pelo fresco visível dos musgos e tínhamos, ao passar pelas palmeiras, a intuição esguia de outras terras... E subia-nos o choro à lembrança, porque nem aqui, ao sermos felizes, o éramos...

Carvalhos cheios de séculos nodosos faziam tropeçar os nossos pés nos tentáculos mortos das suas raízes... Plátanos estacavam... E ao longe, entre árvore e árvore de perto, pendiam no silêncio das latadas os cachos negrejantes das uvas...

O nosso sonho de viver ia adiante de nós, alado, e nós tínhamos para ele um sorriso igual e alheio, combinado nas almas, sem nos olharmos, sem sabermos um do outro mais do que a presença apoiada de um braço contra a atenção entregue do outro braço que o sentia.

A nossa vida não tinha dentro. Éramos fora e outros. Desconhecíamo-nos, como se houvéssemos aparecido às nossas almas depois de uma viagem através de sonhos...

Tínhamo-nos esquecido do tempo, e o espaço imenso empequenara-se-nos na atenção. Fora daquelas árvores próximas, daquelas latadas afastadas, daqueles montes últimos no horizonte haveria alguma coisa de real, de merecedor do olhar aberto que se dá às coisas que existem?...

Na clepsidra da nossa imperfeição gotas regulares de sonho marcavam horas irreais... Nada vale a pena, ó meu amor longínquo, senão o saber como é suave saber que nada vale a pena...

O movimento parado das árvores: o sossego inquieto das fontes; o hálito indefinível do ritmo íntimo das seivas; o entardecer lento das coisas, que parece vir-lhes de dentro a dar mãos de concordância espiritual ao entristecer longínquo, e próximo à alma, do alto silêncio do céu; o cair das folhas, compassado e inútil, pingos de alheamento, em que a paisagem se nos torna toda para os ouvidos e se entristece em nós como uma pátria recordada - tudo isto, como um cinto a desatar-se, cingia-nos, incertamente.

Ali vivemos um tempo que não sabia decorrer, um espaço para que não havia pensar em poder-se medi-lo. Um decorrer fora do Tempo, uma extensão que desconhecia os hábitos da realidade do espaço... Que horas, ó companheira inútil do meu tédio, que horas de desassossego feliz se fingiram nossas ali!... Horas de cinza de espírito, dias de saudade espacial, séculos interiores de paisagem externa... E nós não nos perguntávamos para que era aquilo, porque gozávamos o saber que aquilo não era para nada.

Nós sabíamos ali, por uma intuição que por certo não tínhamos, que este dolorido mundo onde seríamos dois, se existia, era para além da linha extrema onde as montanhas são hálitos de formas, e para além dessa não havia nada. E era por causa da contradição de saber isto que a nossa hora de ali era escura como uma caverna em terra de supersticiosos, e o nosso senti-la ela estranho como um perfil da cidade mourisca contra um céu de crepúsculo outonal...

Orlas de mares desconhecidos tocavam no horizonte de ouvirmos, praias que nunca poderíamos ver, e era-nos a felicidade escutar, até vê-lo em nós, esse mar onde sem dúvida singravam caravelas com outros fins em percorrê-lo que não os fins úteis e comandados da Terra.

Reparávamos de repente, como quem repara que vive, que o ar estava cheio de cantos de ave, e que, como perfumes antigos em cetins, o marulho esfregado das folhas estava mais entranhado em nós do que a consciência de o ouvirmos.

E assim o murmúrio das aves, o sussurro dos arvoredos e o fundo monótono e esquecido do mar eterno punham à nossa vida abandonada uma auréola de não a conhecermos. Dormimos ali acordados dias, contentes de não ser nada, de não ter desejos nem esperanças, de nos termos esquecido da cor dos amores e do sabor dos ódios. Julgávamo-nos imortais...

Ali vivemos horas cheias de um outro sentimo-las, horas de uma imperfeição vazia e tão perfeitas por isso, tão diagonais à certeza rectângula da vida. Horas imperiais depostas, horas vestidas de púrpura gasta, horas caídas nesse mundo de um outro mundo mais cheio do orgulho de ter mais desmanteladas angústias...

E doía-nos gozar aquilo, doía-nos... Porque, apesar do que tinha de exílio calmo, toda essa paisagem nos sabia a sermos deste mundo, toda ela era húmida da pompa de um vago tédio, triste e enorme e perverso como a decadência de um império ignoto...

Nas cortinas da nossa alcova a manhã é uma sombra de luz. Meus lábios, que eu sei que estão pálidos, sabem um ao outro a não quererem ter vida.

O ar do nosso quarto neutro é pesado como um reposteiro. A nossa atenção sonolenta ao mistério de tudo isto é mole como uma cauda de vestido arrastado num cerimonial no crepúsculo.

Nenhuma ânsia nossa tem razão de ser. Nossa atenção é um absurdo consentido pela nossa inércia alada.

Não sei que óleos de penumbra ungem a nossa ideia do nosso corpo. O cansaço que temos é a sombra de um cansaço. Vem-nos de muito longe, como a nossa ideia de haver a nossa vida...

Nenhum de nós tem nome ou existência plausível. Se pudéssemos ser ruidosos ao ponto de nos imaginarmos rindo riríamos sem dúvida de nos julgarmos vivos. O frescor aquecido do lençol acaricia-nos (a ti como a mim decerto) os pés que se sentem, um ao outro, nus.

Desenganemo-nos, meu amor, da vida e dos seus modos. Fujamos a sermos nós... Não tiremos do dedo o anel mágico que chama, mexendo-se-lhe, pelas fadas do silêncio e pelos elfos da sombra e pelos gnomos do esquecimento...

E ei-la que, ao irmos a sonhar falar nela, surge ante nós outra vez, a floresta muita, mas agora mais perturbada da nossa perturbação e mais triste da nossa tristeza. Foge de diante dela, como um nevoeiro que se esfolha, a nossa ideia do mundo real, e eu possuo-me outra vez no meu sonho errante, que essa floresta misteriosa enquadra...

As flores, as flores que ali vivi! Flores que a vista traduzia para seus nomes, conhecendo-as, e cujo perfume a alma colhia, não nelas mas na melodia dos seus nomes... Flores cujos nomes eram, repetidos em sequência, orquestras de perfumes sonoros... Árvores cuja volúpia verde punha sombra e frescor no como eram chamadas... Frutos cujo nome era um cravar de dentes na alma da sua polpa... Sombras que eram relíquias de outroras felizes... Clareiras, clareiras claras, que eram sorrisos mais francos da paisagem que se bocejava em próxima... Ó horas multicolores!... Instantes-flores, minutos-árvores, ó tempo estagnado em espaço, tempo morto de espaço e coberto de flores, e do perfume de flores, e do perfume de nomes de flores!...

Loucura de sonho naquele silêncio alheio!...

A nossa vida era toda a vida... O nosso amor era o perfume do amor... Vivíamos horas impossíveis, cheias de sermos nós... E isto porque sabíamos, com toda a carne da nossa carne, que não éramos uma realidade...

Éramos impessoais, ocos de nós, outra coisa qualquer... Éramos aquela paisagem esfumada em consciência de si própria... E assim como ela era duas - de realidade que era, a ilusão - assim éramos nós obscuramente dois, nenhum de nós sabendo bem se o outro não ele próprio, se o incerto outro viveria...

Quando emergíamos de repente ante o estagnar dos lagos sentíamo-nos a querer soluçar...

Ali aquela paisagem tinha os olhos rasos de água, olhos parados, cheios do tédio inúmero de ser... Cheios, sim, do tédio de ser, de ter de ser qualquer coisa, realidade ou ilusão - e esse tédio tinha a sua pátria e a sua voz na mudez e no exílio dos lagos... E nós, caminhando sempre e sem o saber ou querer, parecia ainda assim que nos demorávamos à beira daqueles lagos, tanto de nós com eles ficava e morava, simbolizado e absorto...

E que fresco e feliz horror o de não haver ali ninguém! Nem nós, que por ali íamos, ali estávamos... Porque nós não éramos ninguém. Nem mesmo éramos coisa alguma... Não tínhamos vida que a Morte precisasse para matar. Éramos tão ténues e rasteirinhos que o vento do decorrer nos deixara inúteis e a hora passava por nós acariciando-nos como uma brisa pelo cimo duma palmeira.


Não tínhamos época nem propósito. Toda a finalidade das coisas e dos seres ficara-nos à porta daquele paraíso de ausência. Imobilizara-se, para nos sentir senti-la, a alma rugosa dos troncos, a alma estendida das folhas, a alma núbil das flores, a alma vergada dos frutos...

E assim nós morremos a nossa vida, tão atentos separadamente a morrê-la que não reparámos que éramos um só, que cada um de nós era uma ilusão do outro, e cada um, dentro de si, o mero eco do seu próprio ser...

Zumbe uma mosca, incerta e mínima...

Raiam na minha atenção vagos ruídos, nítidos e dispersos, que enchem de ser já dia a minha consciência do nosso quarto... Nosso quarto? Nosso de que dois, se eu estou sozinho? Não sei. Tudo se funde e só fica, fugindo, uma realidade-bruma em que a minha incerteza sossobra e o meu compreender-me, embalado de ópios, adormece...

A manhã rompeu, como uma queda, do cimo pálido da Hora...


Acabaram de arder, meu amor, na lareira da nossa vida, as achas dos nossos sonhos...


Desenganemo-nos da esperança, porque trai, do amor, porque cansa, da vida, porque farta e não sacia, e até da morte, porque traz mais do que se quer e menos do que se espera.


Desenganemo-nos, ó Velada, do nosso próprio tédio, porque se envelhece de si próprio e não ousa ser toda a angústia que é.


Não choremos, não odiemos, não desejemos...
Cubramos, ó Silenciosa, com um lençol de linho fino o perfil hirto e morto da nossa Imperfeição...

 
Fonte: www.bibvirt.futuro.usp.br
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sábado, 28 de agosto de 2010

"Que bicho feroz são seus cabelos que à noite você solta?"




Que roupa você veste, que anéis?


Por quem você se troca?

Que bicho feroz são seus cabelos

Que à noite você solta?

De que é que você brinca?

Que horas você volta?


Seu beijo nos meus olhos, seus pés

Que o chão sequer não tocam

A seda a roçar no quarto escuro

E a réstia sob a porta

Onde é que você some?

Que horas você volta?


Quem é essa voz?

Que assombração

Seu corpo carrega?

Terá um capuz?

Será o ladrão?

Que horas você chega?


Me sopre novamente as canções

Com que você me engana

Que blusa você, com o seu cheiro

Deixou na minha cama?

Você, quando não dorme

Quem é que você chama?


Pra quem você tem olhos azuis

E com as manhãs remoça

E à noite, pra quem

Você é uma luz

Debaixo da porta?

No sonho de quem

Você vai e vem

Com os cabelos

Que você solta?

Que horas, me diga que horas, me diga

Que horas você volta?


Chico Buarque
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Drummond


Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias,

a que se deu o nome de ano,

foi um indivíduo genial.


Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão.

Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos.

Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente

Cortar o tempo
Carlos Drummond de Andrade
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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Perfis de Famosos Acessíveis

Resolvi fazer uma lista com alguns perfis de celebridades
que adicionam fãs e respondem  as suas twittadas.
Só o Bom do Twitter e vai aí como indicação.


@MAKTUBDOURADO
Twitter oficial do Marcelo Dourado.
Esse dispensa comentários.
Amigo, humilde, gente da melhor qualidade.
Nada de Matador de Poodle.
Mas um cara que tem um coração do tamanho do mundo.
Recomendo.



@santoEvandro
Dono de um ótimo humor extraórdinário e inovador,
Evanndro nem sempre fala com os fãs, mas segue e
quando achha algo  interessante, sá RT e indica.
Também ótimo para seguir.



@LeoJaime

Léo Jaime é um genio incompreendido.
É sensível, educado e muito inteligente.
Ele não adiciona fãs a não ser que se encaixem
em certos padrões ainda indecifráveis para mim.
Mas o que mais me chama  a atenção nele,
é a total atenção a tudo que é  postado no Twitter.
Mas só é amigo dos seus amigos.
Não segue fã.
Só a elite Twitteira.
Mas vale a pena pela inteligência apurada.



@TheoBecker

Esse é muito fofo gente!
Essa figura de mal que sobrou das porteiras da fazenda,
é tudo invenção.
Theo é  solidário, benevolente e muito, mas muito gentil com os fãs.
Pela filantropia e pelo senso de desprendimento,
esse garoto merece ser seguido.


@carlinhosdjesus

Se tem uma palavra para descrever esse homem,
é: CAVALHEIRO.
Carlinhos não só fala com os fãs,
como adiciona e interaje de forma simples,
com uma linguagem espontânea.
Ele demonstra  hábitos completamente normais à
maioria dos usuários do Twitter.
Isso aproxima mais os fãs ao invés de intimidar.
Muito bom o profile dele para seguir.
Recomendadíssimo.


@marco_camargo


Marco Camargo Twitta em torno do programa Ídolos da Rede Record.
Mas ele é bastante educado e  gentil com os fãs.
Tá sempre Rettwitando os coments de todos
e respondendo à medida do possível.
É um ótimo profile para quem gosta
de música e acompanha o Ídolos.
Também recomendo.





@BrunaFerrazReal


A única mulher da lista até agora,
mas um perfil mt bacana de seguir.
A Bruna é estrela do cinema pornô brasileiro.
É uma pessoa também acessível, educada, gentil e
segue todos os fãs.
Ela pouco aparece no Twitter, mas quando vem,
faz  rebuliço.
Ótima opção para os garotos Twitteiros.
Recomendadíssimo.

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Fallen - Uma Linda Mulher




I can't believe it
Eu não posso acreditar,
You're a dream comin' true.
Você é um sonho que chega a ser verdade.
I can't believe how
Eu não posso acreditar como
I have fallen for you.
Eu tenho uma queda por você.
 
 
And I was not looking,
E eu não estava olhando,
Was content to remain.
Estava contente do mesmo jeito.
And it's ironic
E é irônico
To be back in the game.
Revirar o jogo.


You are the one
Você é um
Who's led me to the sun.
O qual me prega no sol.
How could I know
Como poderia eu sei
That I was lost without you...
É que eu estava perdida sem você...


And I want to tell you,
E eu quero te dizer,
You control my brain...
que você controla meu cérebro...
And you should know
E você um dia irá saber
That you are life in my veins.
Que você é a vida das minhas veias.


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Neruda

Quando tuas mãos saem,

amada, para as minhas,

o que me trazem voando?

Por que se detiveram

em minha boca, súbitas,

e por que as reconheço

como se outrora então

as tivesse tocado,

como se antes de ser

houvessem percorrido

minha fronte e a cintura?



Sua maciez chegava

voando por sobre o tempo,

sobre o mar, sobre o fumo,

e sobre a primavera ,

e quando colocaste

tuas mãos em meu peito,

reconheci essas asas

de paloma dourada,

reconheci essa argila

e a cor suave do trigo.



A minha vida toda

eu andei procurando-as.

Subi muitas escadas,

cruzei os recifes,

os trens me transportaram,

as águas me trouxeram,

e na pele das uvas

achei que te tocava.

De repente a madeira

me trouxe o teu contacto,

a amêndoa me anunciava

suavidades secretas,

até que as tuas mãos

envolveram meu peito

e ali como duas asas

repousaram da viagem.



Pablo Neruda
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quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Meus 10 Melhores Profiles Do Twitter

@dagmarfarias

@moringue

@emersonanomia

@odigao


@mania__



@Taakeo


@fabioarduine




@anselmo_0711



@leandro_nasc


@eloiaguiar

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Carlinhos de Jesus- Top 10 Cavalheirismo



Carioca, bailarino, coreógrafo e cavalheiro. Esse é Carlinhos de Jesus.
Responsável pela Comissão de Frente da Mangueira, uma das escolas
de samba mais tradicionais do Rio de Janeiro.
Carlinhos é uma das celebridades mais acessíveis no Twitter.
Dono de uma simplicidade ímpar e de uma finesse indiscutível.
Quem quiser conferir  a figura pessoalmente,
pode encontrá-lo na Casa de Danças e Espetáculos Lapa 40 Graus.
Ou , no twitter.
@carlinhosdjesus
Super indico esse profile como sendo um dos melhores.




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Twittadas






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terça-feira, 24 de agosto de 2010

Twittadas

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segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Meu Universo psicodélico


Definitivo, como tudo o que é simples.


Nossa dor não advém das coisas vividas,


mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.


Sofremos por quê?


Porque automaticamente esquecemos


o que foi desfrutado e passamos a sofrer


pelas nossas projeções irrealizadas,


por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido


ao lado do nosso amor e não conhecemos.


Por todos os filhos que gostaríamos de ter tido juntos e não tivemos.


Por todos os shows e livros e silêncios


que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos.


Por todos os beijos cancelados.


Pela eternidade.


Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante


e paga pouco, mas por todas as horas livres


que deixamos de ter para ir ao cinema,


para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.


Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco,


mas por todos os momentos em que poderíamos


estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias


como se ela estivesse interessada em nos compreender.


Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.


Sofremos não porque envelhecemos,


mas porque o futuro está sendo confiscado de nós,


impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam.


Todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.


Por que sofremos tanto por amor?


O certo seria a gente não sofrer,


apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana,


que gerou em nós um sentimento intenso


e que nos fez companhia por um tempo razoável,


um tempo feliz.


Como aliviar a dor do que não foi vivido?


A resposta é simples como um verso:


Se iludindo menos e vivendo mais!!!


A cada dia que vivo, mais me convenço


de que o desperdício da vida está no amor que não damos,


nas forças que não usamos, na prudência egoísta


que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento,


perdemos também a felicidade.


A dor é inevitável.


O sofrimento é opcional...
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7

7 coisas que eu faço bem

->Como

->Escrevo

->crochê

->Amizades

->cozinho

->Reconheço o valor dos outros

->Amo

7 coisas que não sei fazer

->Dirigir

->Falar inglês

->Pizza

->Passar roupas

->Furar fila

->Andar de salto

->Deixar de falar o que penso

7 coisas que me atraem num homem

->Inteligência

->Caráter

->O Olhar

->A determinação

->O cheiro

->A bondade

->As mãos

7 coisas que habitualmente eu falo

->EU TE AMO todos os dias

->"Ninguém merece" quando me deparo com alguém indesejável

->Amanhã eu vou...(Pelo menos eu tento ir...)

->PUTZ!!! isso tá no meu vocabulário direto

->Afff joguei pedra na cruz

->Eu te amo para o homem que eu amo

->Já almoçou??? todos os dias eu ligo e pergunto isso.

7 lugares que eu gostaria de vêr

-> Irlanda

->Irlanda

->Irlanda

->Irlanda

->Irlanda

->Irlanda

->Cordilheira dos andes

7 coisas que eu não gosto

->Chorar

->Lavar os cabelos

->Acordar cedo

->Fazer sexo sem vontade

->Lembrar dos meus desafetos 

->Barulho

->Cheiro de suor

7 coisas que eu amo

->Viver

->Meu violão

->Meu jeito simples de ser

->Chocolate

->Música

->Viajar

->Alguém que mora longe

7 coisas que eu teria/faria se tivesse dinheiro

->Turismo cultural

->Um banheiro com 5 metros

->Filantropia

->Compraria uma estrela

->Ajeitava a vida de cada um dos meus.

->Cuspiria na Lady Gaga

->Comeria uma bagueti as 6 da manhã à beira do sena

1 único sonho que eu gostaria de realizar

->Ser mãe de uma menina
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Meus Amores

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Por um breve instante meus ossos congelaram diante da tela. Meus conceitos e minhas palavras se calaram. O medo  toma conta dos meus pensamentos. Não quero te perder! Preciso da sua atenção, do seu carinho, do seu amor de homem. Quero te ter...Quero te absorver como absorvo a podre matéria que me mantém viva. Os dias ao teu lado, são como um sonho. Quero cada palavra, cada gesto, cada pensamento teu. Preciso me sentir acolhida em tuas asas. Sou frágil! O que mais posso ser senão a criança que quer teu colo?  (Mulher Urtiga)
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O VELHO E A FLOR - Vinícius De Morais



Por céus e mares eu andei,

Vi um poeta e vi um rei

Na esperança de saber

O que é o amor.



Ninguém sabia me dizer,

Eu já queria até morrer

Quando um velhinho

Com uma flor assim falou:



O amor é o carinho,

É o espinho que não se vê em cada flor.

É a vida quando

Chega sangrando aberta

em pétalas de amor.



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domingo, 22 de agosto de 2010

Twitter /Por Marco camargo

Dá para não apreciar?
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Os sorrisos perderam-se nesta angústia que invade o meu ser.


Agarro-me a todas as memórias,

Luto contra esta insegurança,

Contra este sentimento,

Mas é em vão.

A realidade é que calaste a tua voz..

Deixaste-me num momento em que tanto precisava de sentir a mão que te pedi…

O ombro que precisei para chorar…

É tão difícil!

Agarrei-me aos mil beijos que me deixaste (mesmo à cobrança)

E estou viva!!!

E apesar de achar que não mereço este silêncio, fica lá na tua realidade.

Eu continuo a beber,

A comer e

A viver deste meu sonho-quase-pesadelo.
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Filmes e Livros

  • Cinquenta Tons de Cinza

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